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Copom deve manter juros estáveis em 11% ao ano pela 4ª vez seguida.

29/10/2014


Comitê decide nesta quarta-feira (29) a nova taxa básica de juros.
Taxa está neste patamar, o maior em três anos, desde abril deste ano.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (29) e deve manter a taxa básica de juros da economia brasileira novamente inalterada em 11% ao ano, segundo a expectativa da maior parte dos economistas do mercado financeiro. A decisão será anunciada após as 18h.
O juro está no patamar de 11% ao ano, o maior em três anos, desde abril de 2014 – quando foi interrompido o processo de elevação que começou um ano antes. Se confirmada, será a quarta manutenção seguida da taxa básica do país, que serve de referência para os juros cobrados pelas instituições financeiras nos empréstimos para pessoas físicas e jurídicas.

A aposta do mercado financeiro de que o BC manterá os juros estáveis tem por base sinalizações da própria autoridade monetária. Na ata da última reunião do Copom, ocorrida em setembro, o BC informou que seria plausível afirmar que, levando em conta estratégia de não redução do instrumento de política monetária (juro), a inflação tenderia a entrar em trajetória de convergência para a meta nos trimestres finais do horizonte de projeção (2016).
Pelo sistema de metas de inflação vigente na economia brasileira, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Para 2014, 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o IPCA, que serve de referência para o sistema brasileiro, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
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Ambiente econômico
A decisão deste mês do Copom acontece em um momento de estagnação da economia. Nos dois primeiros trimestres deste ano, houve retração do Produto Interno Bruto (PIB) - algo que os economistas classificam como "recessão técnica".
Em julho e agosto, dados preliminares do BC indicam que pode estar havendo recuperação, mas, para os economistas dos bancos, o PIB deve crescer apenas 0,27% em 2014 - o pior resultado desde 2009 (quando houve retração de 0,33%).
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o crescimento da economia.
Ao mesmo tempo, a inflação segue pressionada. Em doze meses até setembro, o IPCA somou 6,75% - acima do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro. Entretanto, o governo considera que a meta foi cumprida ou não apenas com base no acumulado em 12 meses até dezembro de cada ano.
Copom deve manter juros estáveis em 11% ao ano pela 4ª vez seguida.

Fonte: Alexandro MartelloDo G1, em Brasília

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